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São
três os métodos mais utilizados nos salões para alisar os
cabelos: o alisamento tradicional, o relaxamento e o
recondicionamento térmico (ou chapinha japonesa).
Esses três
processos exigem aplicações de produtos químicos e ações
mecânicas, que incluem desde a manipulação do cabeleireiro
com escovas, pentes e secadores até a utilização de
equipamentos especiais, como as chapinhas térmicas.
A chapinha
japonesa combina as duas técnicas - a química e a mecânica -
e por isso é considerada uma solução mais sofisticada e,
portanto, mais cara. O método tem origem turca e foi
desenvolvido pelo japonês Satoru Nagata, que cuida dos
cabelos de artistas famosas no salão Oribe, em Nova York.
Há cerca de
um ano essa técnica virou moda no mundo inteiro e tem sido
muito procurada por mulheres que não se incomodam em gastar
mais para manter os cabelos lisos. A boa notícia é que o
crescimento da procura pelo método, segundo Cassolari, está
baixando os preços nos salões.
De qualquer
forma, nenhum desses processos garante um alisamento
definitivo. As propagandas sobre a chapinha japonesa, por
exemplo, costumam confundir as mulheres. "Ela apenas
desestrutura e alisa de forma permanente os fios aparentes,
ou seja, os cabelos que começam a crescer na raiz serão
novamente crespos ou cacheados, o que vai exigir retoques
habituais", esclarece Ricardo Cassolari.
O alisamento químico
dura mais tempo e exige maiores cuidados. Os componentes
químicos, formulados a base de hidróxido de sódio ou
tioglicolato de amônia, precisam ser aplicados com muito
cuidado para não danificar os fios. Nesse processo, é
recomendável não escovar os cabelos durante pelo menos três
dias.
Se você quer apenas
diminuir o volume de seu cabelo, soltar um pouco os cachos e
ganhar movimento, opte pelo relaxamento. O processo é
idêntico ao do alisamento químico e é feito com os mesmos
produtos. A diferença é que o tempo de ação dos produtos nos
cabelos é reduzido pela metade, o que torna o processo menos
agressivo aos fios, além de resultar numa aparência mais
natural.
O relaxamento exige
retoques a cada 45 ou 60 dias e deve ser feito apenas na
raiz para não ressecar ainda mais os fios. Ele não é
indicado para cabelos tingidos ou descoloridos.
"Para manter a aparência
descontraída de seus cabelos, aposente escova e secador e
use condicionadores do tipo "leave-in", ideais para modelar
o cacheado. Se preferir o cabelo mais liso, faça uma rápida
escova ou apele para a velha touca", recomenda Cassolari.
Embora os produtos
utilizados no alisamento e no relaxamento sejam bem menos
agressivos aos cabelos do que eram antigamente, redobre os
cuidados na hora de escolher o profissional que irá
aplicá-los e observe os seguintes cuidados:
O tempo de
aplicação do produto não deve exceder o recomendado;
Respeite o
intervalo de tempo entre as reaplicações, que pode variar
de 3 a 6 meses;
Nunca faça
alisamento se o seu cabelo já tiver passado por outros
processamentos químicos, como tintura ou tonalizantes;
Exija a
realização de uma prova de toque antes de aplicar o
produto, para verificar se a sua pele é sensível aos
componentes químicos;
Vá ao salão
sem lavar os cabelos, pois a oleosidade protege e
lubrifica os fios que irão receber os produtos químicos;
Procure lavar
os cabelos com shampoos e condicionadores próprios para
cabelos quimicamente processados;
Pelo menos uma
vez por semana dê banhos de creme hidratante para cabelos
e, a cada 15 dias, aplique uma máscara de tratamento
profundo nos fios.
FONTE:
www.natura.net
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